O Vitória de Setúbal considerou hoje “incompreensível” que a Federação Portuguesa de Futebol e os seus órgãos interpretem “de forma diversa” as leis, depois de o Conselho de Justiça ter mantido o FC Porto na Taça da Liga.
Em comunicado no seu sítio oficial, o
clube sadino diz acatar a decisão do CJ, apesar de “não compreender a
argumentação, ou ausência dela”, nem “poder concordar com a mesma”.
O Vitória de Setúbal acusa a FPF de fazer com que o clube continuasse a “acalentar esperanças de prosseguir em prova”, como este achava justo.
“É incompreensível como a entidade que elabora e aprova os Regulamentos e organiza as provas em causa, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, entende que existe violação das normas por si criadas, na competição por si organizada, e os órgãos jurisdicionais da Federação Portuguesa de Futebol as interpretam de forma diversa, baseando-se no espírito da norma em cuja elaboração não tomaram parte”, pode ler-se no comunicado.
A direção do Vitória de Setúbal afirma ainda que ficou provado que “tudo fez para defender os seus superiores interesses e procurar a verdade desportiva”, salvaguardando assim os valores do clube e “defendendo as legítimas aspirações dos seus associados”.
Os sadinos informam ainda que vão continuar concentrados nos objetivos que ainda podem alcançar esta época, com a convicção de que os mesmos serão atingidos brevemente, apesar das declarações e avisos “vindos a público nos últimos tempos, mais concretamente desde que este processo teve o seu início”.
O Vitória de Setúbal acusa a FPF de fazer com que o clube continuasse a “acalentar esperanças de prosseguir em prova”, como este achava justo.
“É incompreensível como a entidade que elabora e aprova os Regulamentos e organiza as provas em causa, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, entende que existe violação das normas por si criadas, na competição por si organizada, e os órgãos jurisdicionais da Federação Portuguesa de Futebol as interpretam de forma diversa, baseando-se no espírito da norma em cuja elaboração não tomaram parte”, pode ler-se no comunicado.
A direção do Vitória de Setúbal afirma ainda que ficou provado que “tudo fez para defender os seus superiores interesses e procurar a verdade desportiva”, salvaguardando assim os valores do clube e “defendendo as legítimas aspirações dos seus associados”.
Os sadinos informam ainda que vão continuar concentrados nos objetivos que ainda podem alcançar esta época, com a convicção de que os mesmos serão atingidos brevemente, apesar das declarações e avisos “vindos a público nos últimos tempos, mais concretamente desde que este processo teve o seu início”.
